domingo, 12 de maio de 2013

A ação do vento


Por volta de 1661, cientistas da Grã-Bretanha descobriram que a poluição industrial podia afetar a saúde das pessoas e as plantas das redondezas. Com o crescimento industrial nos séculos XVIII e XIX, aumentaram os danos para a saúde das pessoas e para o meio ambiente. Entretanto, ninguém pensava que a poluição pudesse ser transportada para muito longe. Então, em 1881, um cientista norueguês descobriu um fenômeno que ele chamou de precipitação suja, o qual ocorria na costa oeste da Noruega, onde não havia indústria poluidora. Ele suspeitou que viesse da Grã-Bretanha. Hoje os cientistas provam, sem sombra de dúvida, que a poluição é conduzida pelo ar a grandes distâncias. Se alguma prova adicional fosse necessária, seria fornecida pelo acidente na usina nuclear de Chernobyl, que produziu chuvas radioativas em áreas da Europa Ocidental e Oriental. Os efeitos dessa chuva radioativa sobre o ambiente podem perdurar por dezenas de anos.


Os países escandinavos reconheceram que a chuva ácida era uma das causas principais da acidificação de seus lagos. Aceitando essa evidência, a maioria dos países concorda em reduzir suas emissões. Alguns, entretanto, mostram muita má vontade e afirmam que são evidências mais contundentes para provar que o dióxido de enxofre causa de fato um grande malefício ao meio ambiente.

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